Novas informações acabam de apontar o possível cronograma de lançamentos da Apple para o restante do ano no âmbito dos seus computadores. A expectativa geral é que quatro novos dispositivos cheguem ao mercado equipados com a família de processadores M5.
As novidades devem mirar em atender as necessidades dos clientes da marca em lidar cada dia mais com modelos locais integrados de inteligência artificial.
Começando pelos computadores de mesa, o Mac Studio – que não recebe atualizações significativas há pouco mais de um ano – deverá ser renovado com os chips M5 Max e o ainda inédito M5 Ultra.
Embora mudanças no design externo não sejam esperadas, o modelo Ultra deve atrair profissionais que lidam com pesadas cargas de IA, em que largura de banda e núcleos de processamento se mostram cruciais.
Já o Mac mini, conhecido por sua versatilidade e preço mais acessível, também deverá receber um upgrade de hardware com os chips M5 e M5 Pro. O dispositivo tem ganhado popularidade como base para sistemas como OpenClaw e o "Personal Computer" da Perplexity, mantendo seu formato compacto.
Partindo para o iMac, que recebeu o chip M4 no final de 2024, a maior probabilidade é que receba o chip M5 antes do final de 2026. Além do ganho natural de desempenho movido pelo novo processador, um dos rumores mais fortes aponta para uma nova paleta de cores, possivelmente herdando tons introduzidos no MacBook Neo.
E já que começamos a falar dos notebooks da empresa, a Apple também deve ter uma surpresa guardada para esse segmento: o MacBook Ultra.
Substituindo o que antes esperávamos ser um novo MacBook Pro, este modelo deverá representar um salto geracional com um design industrial inédito, sendo consideravelmente mais fino e leve que os dispositivos atuais.
Ao que tudo indica, este poderá ser o primeiro Mac da história a contar com uma tela OLED sensível ao toque. Além disso, o famoso notch atual deve dar lugar a um recorte semelhante ao dos iPhones, com a Dynamic Island.
O notebook também deve vir equipado com o modem celular C2 desenvolvido pela própria Apple, garantindo conexão 5G nativa e estável.
Com a movimentação, a Apple tenta responder à ascensão dos "AI PCs" equipados com processadores Snapdragon X Elite e Intel Core Ultra, que têm focado em autonomia e recursos de IA.
Enquanto Dell e Microsoft (com a linha Surface) já exploram o touchscreen há anos, a entrada da Apple nesse segmento com o MacBook Ultra visa atrair os usuários entusiastas que buscam a convergência definitiva entre iPad e Mac.
Até o momento, não há informações sobre preços ou disponibilidade, mas espera-se que os valores sigam a tabela premium que já vimos em gerações anteriores.
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