Durante o Ignite on Tour São Paulo 2026, o superintendente de infraestrutura do Bradesco, Edilson Albuquerque, e Marcos Oliveira, diretor de vendas Brasil da Palo Alto Networks, discutiram como o banco transformou a experiência de segurança e simplificou o acesso de usuários com arquitetura SASE. O bate-papo foi mediado por Fábio Soto, CEO da Agility.
Albuquerque reconhece que o Bradesco enfrentava uma infraestrutura de conectividade "fragmentada e complexa". Manter a segurança, padronizar regras e detectar anomalias nesse cenário geravam um esforço operacional muito grande para o banco. "Os modelos de conectividade com parceiros eram diversos e operacionalizar o dia a dia desse negócio era extremamente desafiador. Ao adotar o SASE, esperávamos conseguir elevar, de maneira instalada e estruturada, a maturidade da gestão e, ainda assim, garantir uma segurança e uma resiliência importantes para o serviço que a gente estava prestando", afirma.
O executivo destaca que a escolha pela tecnologia baseou-se na necessidade de escalar a segurança de forma madura, reduzir a complexidade operacional e criar um alicerce para elevar as posturas de segurança, unindo observabilidade e pilares de implementação claros. Albuquerque defende, porém, que o sucesso da implementação do SASE não depende somente de requisitos técnicos, mas da compreensão do contexto organizacional e os impactos para os consumidores.
"O processo de adoção teve os seguintes pilares: acesso e identificação dos riscos; educação para capacitar as pessoas para entendermos a nova experiência que vamos entregar àquele que está na conta e, por fim, as estratégias para garantir que não haja ruídos para os consumidores", explica.
O superintendente enfatiza que a implementação da plataforma trouxe benefícios estratégicos para o Bradesco, como melhoria na experiência do usuário, segurança em escala, aumento na velocidade de resposta e agilidade operacional.
"A experiência de usuário ficou mais agradável, a jornada mais fluida e infinitamente mais amistosa. Uma solução padronizada de posturas e exigências técnicas para qualquer tipo de acesso garantiu segurança em escala. A centralização de logs viabilizou análises de risco preditivas e uma detecção de ameaças muito mais rápida, complementada pela capacidade de isolar canais ou usuários de forma imediata em caso de incidente", retrata. "Isso é um resultado que é inegociável. O banco, muito mais do que serviços financeiros, vende experiência e confiabilidade, e isso é a estratégia do nosso business", conclui.
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