O Bradesco foi reconhecido no The Banker Technology Awards 2026, premiação promovida pela publicação The Banker, do grupo Financial Times, conquistando quatro categorias e sendo eleito o melhor banco em tecnologia do mundo e da América Latina.
Entre os reconhecimentos recebidos pelo banco estão as categorias Best Bank for Technology: Global, Best Bank for Technology: Latin America, AI and Machine Learning, com a plataforma Bridge Generative AI Platform, e Mobile, com o Bradesco PDPJ, plataforma voltada para pequenas e médias empresas.
Em publicação feita em seu perfil no LinkedIn, Francesco Di Marcello, CIO do Bradesco, afirmou que existe uma diferença entre adotar tecnologia e reorganizar uma companhia em torno dela. "É exatamente esse segundo movimento que vem redefinindo a forma como operamos no Bradesco. Hoje, negócio, tecnologia, engenharia, arquitetura e estratégia atuam de maneira integrada, acelerando decisões, simplificando jornadas e ampliando nossa capacidade de entrega com qualidade, eficiência e escala", escreveu.
Segundo o executivo, o reconhecimento recebido na premiação reflete uma transformação mais ampla na organização. Ainda de acordo com a publicação feita no LinkedIn, os resultados aparecem em diferentes frentes, com destaque para a plataforma Bridge, que já sustenta mais de 500 casos de uso em produção, e para a incorporação de IA ao fluxo cotidiano das equipes de engenharia, reduzindo tempos operacionais e ampliando produtividade.
Em publicação feita em seu perfil no LinkedIn, Cíntia Scovine Barcelos, CTO do Bradesco, afirmou que o reconhecimento reflete o avanço da estratégia tecnológica da instituição. Segundo ela, "esse reconhecimento mostra como estamos transformando tecnologia em impacto real para o negócio e para os clientes".
De acordo com a executiva, um dos principais exemplos dessa evolução é o PDPJ, plataforma digital desenvolvida para pequenas e médias empresas. Construída com arquitetura cloud-native, APIs, microsserviços e Inteligência Artificial, a solução foi desenhada para simplificar jornadas e ampliar eficiência operacional.
Ainda segundo a publicação de Cíntia no LinkedIn, atualmente a plataforma alcança 74% de usuários ativos mensais, registra média de 30 acessos por cliente ao mês e reduziu em cerca de 83% o custo de atendimento.
A executiva também destacou os resultados da Bridge, plataforma de IA do banco voltada à escalabilidade e governança da Inteligência Artificial. Segundo o relato publicado no LinkedIn, a solução já sustenta mais de 500 casos de uso em produção. Na engenharia de software, 100% das equipes utilizam IA, com aceleração de até 40% na velocidade de produção e redução de até 85% no tempo de criação de testes.
No atendimento, Cíntia afirmou na publicação que a evolução da BIA Clientes atingiu 87% de resolução e apoiou milhões de clientes em jornadas como consultas, pagamentos, renegociação, dúvidas financeiras e suporte transacional, acumulando mais de 50 milhões de interações em seis meses.
"Hoje, evoluímos como um banco AI-powered, com Inteligência Artificial aplicada de forma integral e escalável, sempre com governança e foco em ampliar nossa capacidade de atender clientes com mais eficiência e personalização", escreveu Cíntia Scovine Barcelos, CTO do Bradesco, em publicação no LinkedIn.
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