A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu aval para a constituição de um consórcio entre a TIM e a Lagoa do Barro X Energias
Renováveis, empresa detida pela CGN Brasil.
A recomendação pela aprovação sem restrições do negócio foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 8. O acordo envolve a estruturação de um projeto de autoprodução de energia elétrica por arrendamento.
A Lagoa do Barro X é hoje detentora dos direitos associados a uma unidade geradora eólica, localizada no Piauí, e que será explorada pelo consórcio em questão. A unidade (chamada Aura Queimada Nova) tem 50,6 megawatts (MW) de potência instalada.
Racional
Para a TIM, a autoprodução de energia elétrica deve possibilitar uma obtenção de energia com redução de custos e impacto positivo de sustentabilidade. Já a CGN – controlada, em última instância, pela China General Nuclear Power Corporation – poderá reforçar sua atuação no mercado de geração de energia elétrica no Brasil.
De acordo com os autos do Cade, a operação também depende de aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Este não é o primeiro acordo entre as empresas. No ano passado, TIM e CGN também se uniram na formação de um consócio para autoprodução de energia solar fotovoltaica.
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