Nuvem, dados e observabilidade, a tríade do sucesso da IA

há 2 meses 48

Em 2025, a computação em nuvem emergiu como infraestrutura escalável para análise de dados, enquanto a observabilidade garantiu visibilidade em tempo real, formando a equação essencial para o avanço da inteligência artificial no Brasil. Empresas como Dedalus e Alloha Fibra lideraram inovações, revelando que 90% dos dados corporativos ainda são tratados como descartáveis, mas soluções integradas impulsionaram eficiência em setores como varejo e IoT.

Nuvem e Qualidade de Dados

A nuvem facilitou integração de dados via ETL e APIs, consolidando fontes locais e remotas para treinar modelos de IA precisos, com ênfase em saneamento para evitar resultados imprecisos. Artigos destacam que dados completos, consistentes e sem duplicatas são pedra angular da IA, permitindo análises preditivas em manutenção industrial e produção. A Dedalus cresceu ao corrigir falhas expostas pela corrida por IA, recomendando eliminar até 80% de bases irrelevantes para governança eficaz.

Observabilidade Estratégica

Diferente do monitoramento reativo, a observabilidade correlaciona logs, métricas e traces para insights proativos em ambientes complexos de nuvem e IA, reduzindo MTTR e riscos em stacks multicloud. No Brasil, CEOs como Shane Buckley da Gigamon enfatizaram sua instrumentação como decisiva para proteção contra vazamentos em LLMs, enquanto Bob Wambach apontou-a como base da resiliência digital contra falhas em cascata. Ferramentas baseadas em IA democratizaram seu acesso via cloud pay-per-use.

Impactos em Setores Brasileiros

No varejo, 89% das lojas virtuais usaram análise de dados na nuvem para personalização e previsão de demandas, elevando conversões via omnicanalidade. Na IoT, 90% das empresas incorporaram IA embarcada, com 40% focadas em gestão de dados e 63,3% prevendo aceleração até 2028. Lançamentos como LuminAI da Alloha Fibra analisaram milhões de linhas em segundos, potencializando dados corporativos com segurança LGPD.

Destaques do período

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