A Oi é a operadora de telecomunicações brasileira com maior número de processos na Justiça, somando mais de 171 mil casos pendentes entre diferentes empresas do grupo. As informações compiladas por TELETIME constam em painel de estatísticas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O número considera tanto ações com a Oi no polo passivo (166,7 mil), como ré ou requerida, quanto casos pendentes que têm a operadora no polo ativo (4,5 mil), onde a empresa que acionou a Justiça.
Arte por Danilo PauloOs processos listados envolvem quatro pessoas jurídicas distintas (Oi S.A, Oi Móvel, Telemar Norte Leste e a antiga TNL PCS). No polo passivo, a tele em recuperação judicial está entre os 20 maiores litigantes do País e lidera no segmento de informação e comunicação.
Vivo lidera telecom no polo ativo
A segunda operadora com mais processos pendentes na Justiça é a Vivo, com envolvimento em mais de 119 mil casos. As informações são relacionados a duas pessoas jurídicas do grupo (Telefônica Brasil e Vivo S.A).
São 112,7 mil processos com a tele no polo passivo e 6,4 mil ações, com a empresa no polo ativo. Dona da maior base de assinantes de telecom do País, a Vivo também é a operadora que mais aciona a Justiça, indicam os dados do CNJ.
No caso da Claro, os mais de 87 mil processos pendentes estão divididos entre 82,3 mil no polo passivo e 4,7 mil no polo ativo. Além da Claro S.A, os dados envolvem a Claro Nxt.
Já na TIM, são 61 mil casos pendentes, com 58 mil tendo a empresa como demandada e outros 3 mil, como demandante. Eles envolvem a TIM S.A e a TIM Celular.
Entre as maiores litigantes do setor de informação e comunicação, a Sky e a Nio (empresa que assumiu a Oi Fibra) também figuram com alguns milhares de casos em discussão, sobretudo no polo passivo. Já a Algar tem algum destaque entre pequenos provedores no polo ativo.
Segundo as estatísticas do CNJ, o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) é o maior litigante do País no polo passivo, e o Ministério da Fazenda, o maior no polo ativo.
Entre empresas de todos os setores, os bancos Bradesco e Caixa Econômica Federal figuram com mais de 1 milhão de casos pendentes na Justiça, entre polos passivo e ativo. Os dados têm como referência 31 de outubro de 2025.
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