TIM produz 70% da energia utilizada em operações de telecom

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Energia SolarFoto: Pexels

A TIM já produz 70% da eletricidade que consome em suas operações, informou a tele nesta quarta-feira, 3. A geração ocorre por meio de 136 usinas solares, hídricas e de biogás distribuídas em 23 estados e no Distrito Federal. A produção abastece mais de 20 mil antenas de telefonia móvel.

Atualmente, a infraestrutura, em escala nacional, tem produção anual de aproximadamente 474 gigawatt-hora (GWh) – volume que equivale ao consumo de uma cidade com cerca de 770 mil habitantes, como Uberlândia (MG) ou Ribeirão Preto (SP).

Desde 2021, toda a energia consumida pela TIM é oriunda de fontes renováveis. A geração própria é complementada com aquisições no mercado livre e a compra de certificados internacionais, como o I-REC.

"Alcançamos um patamar relevante de maturidade, com uma base de geração já bem estabelecida. A partir de agora, nosso foco está em reduzir a exposição a fontes não renováveis e à compra de energia no mercado livre, ao mesmo tempo em que avançamos em soluções que aumentem a eficiência e o controle do consumo", afirma Alisson de Sousa, gerente executivo de Energia da TIM, em nota.

IA aplicada à gestão de energia

A TIM informou que tem investido no uso de Inteligência Artificial (IA) aplicada à gestão de energia. O projeto começou no ano passado, na área de análise de dados de faturamento.

Ampliando os casos de uso, a fase atual inclui o uso de IA para estabelecimento de padrões de consumo e comparação das referências com os valores efetivamente faturados. A tecnologia deve ajudar a identificar inconsistências de medição ou falha dos próprios equipamentos.

Desempenho ambiental

Com apoio das iniciativas na área de energia e descarbonização, pelo terceiro ano seguido, a TIM integra a "A List" do Carbon Disclosure Project (CDP), um ranking de reconhecimento em transparência e desempenho ambiental.

No Brasil, a tele tem presença em carteiras sustentáveis da B3, como o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e o Índice Carbono Eficiente (ICO2).